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– Dez pecados corporativos: coisas que quase todo mundo faz, e continuará a fazer, mas não deveria



A edição de 7 de julho da revista Veja tratou do tema “Carreira” na página 114, destacando os cuidados que os colaboradores devem ter no convívio com colegas e gestores. Com o título “O esforço dos malas com alça…” A matéria abordou questões como horários, treinamentos e dificuldades em lidar com a hierarquia. Confira agora alguns dos erros mais comuns e que é preciso evitar no mundo corporativo.

 

 

 

 

· Passar por cima do chefe: Realizar uma tarefa para o diretor da empresa sem avisar o próprio chefe revela desobediência à hierarquia e falta de profissionalismo;

· Relacionar educação e simpatia com poder: Dispensar tratamento diferenciado a cada funcionário da empresa, aumentando a gentileza e a simpatia proporcionalmente ao poder do outro, é sinal evidente de interesse;

· Intimidade no escritório: Apelidos e brincadeiras pessoais são incompatíveis com o ambiente de trabalho, seja entre colegas, seja na relação chefe-subordinado;

· Mania de tocar nos outros: É muito inconveniente qualquer tipo de contato físico, até mesmo segurar o braço do interlocutor. A informalidade pode atingir níveis extremos, como massagem nos ombros e carinho na barriga de gestantes;

· Ser funcionário livro-aberto: Deve-se resistir à tentação de contar a mais recente discussão familiar ou amorosa. É uma superposição descabida entre vida pessoal e trabalho;

· Brincar com pedidos de promoção: Comentários como “Viu meu relatório, chefe? Não acha que eu mereço um aumento?” só causam constrangimentos – e dificilmente resultam em proposta objetiva;

· Tornar pública a insatisfação: Registrar queixas em e-mails, programas de conversa instantânea, Twitter, Orkut, Facebook é inaceitável. Além de tornar pública a reclamação, o funcionário produz provas contra si mesmo;

· Excesso de sensualidade: Usar a beleza ou o charme para conquistar favores ou benefícios na empresa é antiético;

· Demonstrações de carinho entre casais: Qualquer manifestação de afeto é inadmissível num ambiente profissional. Pior ainda é fazer comentários sobre assuntos da intimidade do companheiro;

· Chorar no trabalho: Chorar no banheiro é tão ruim quanto fazê-lo em público. Evidentemente, todos vão perceber a demonstração de descontrole. É melhor sair, dar uma volta e não envolver outros funcionários em seu problema.