PREVALÊNCIA DE SINAIS E SINTOMAS DE DESORDEM TEMPOROMANDIBULAR EM ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA: UM ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO

  • Cíntia de Melo Silva Souza
  • Breno Paulo Almeida de Oliveira
  • Daniella Andaluza Dias Matos
  • Renata Antunes Esteves
Palavras-chave: Desordem temporomandibular, Sinais e sintomas, Prevalência, Epidemiologia

Resumo

Realizar um levantamento da prevalência dos sinais e
sintomas da Desordem Temporomandibular, em estudantes de
Odontologia. O levantamento epidemiológico contou com a participação
de 476 voluntários, tanto do gênero masculino quanto
do gênero feminino, com idade média de 20 anos, selecionados
entre os alunos do curso de graduação de Odontologia, do Centro
Universitário do Pará, na cidade de Belém, Pará. A coleta dos
dados e avaliação desse estudo foi feita por meio de uma ficha
clínica contendo o questionário de Helkimo modificado por Fonseca,
contendo dez perguntas a respeito de fatores de risco para
Desordem Temporomandibular. Os dados foram analisados estatisticamente
através do teste não paramétrico do Qui-quadrado,
considerando o nível de significância p<0,05. Não foi encontrada
diferença estatística significante quando comparado o grau de
severidade entre homens e mulheres. Observou-se que 45,59%
dos alunos apresentaram DTM Leve, sendo que as mulheres relataram
com maior frequência serem tensas e sentirem dores de
cabeça. A DTM é prevalente dentre os universitários, mas principalmente
em sua forma leve.

Publicado
2020-05-14